Várias universidades e centros de investigação portugueses de Saúde receberam cerca de 3 milhões de euros da Fundação Gates para vacinas, prevenção de pandemias, projectos contra o HIV, malária e Covid-19.

Em Julho de 2024, a Fundação Gates desembolsou de 42 mil euros à Universidade Nova de Lisboa, para Pneumonias e Preparação de Pandemias.
Em 2016, o Instituto Gulbenkian de Ciência teve direito a cerca de 340 mil euros com o intuito de testar uma vacina para a malária.
O Instituto de Medicina Molecular recebeu praticamente 1 milhão 442 mil euros em 2013 e 85 mil euros em 2010 para desenvolver uma vacina contra a malária.
Já a Hovione FarmaCiencia, SA, recebeu cerca de 499 mil euros em 2020 para um projecto de um inalador de pó seco para o tratamento da Covid-19.
Ainda, a Fundação Gates contribuiu com 85 mil euros para a Faculdade de Farmácia da Universidade de Lisboa, o projecto consistia em nanopartículas que reconhecem o HIV e accionam a defesa imune.

Passamos a listar as restantes bolsas:
- Faculdade de Farmácia, Universidade de Lisboa (2024), €426 mil para “desenvolvimento de soluções para melhorar a saúde global”;
- Immunethep (2017), €85 mil para “criar novas capacidades de plataforma tecnológica;
- Instituto de Higiene e Medicina Tropical (2015), €85 mil, para Ciências de Descoberta e Translacionais;
- Instituto de Medicina Molecular (2013), €85 mil para Ciências de Descoberta e Translacionais;
- Instituto Gulbenkian de Ciência (2010), €85 mil para Ciências de Descoberta e Translacionais.
No cômputo geral, a fundação Gates contribuiu com cerca de 3 milhões e 259 mil euros para o desenvolvimento destes projectos em Portugal.
O presente artigo faz parte de uma série sobre os financiamentos da fundação Bill & Melinda Gates do filantropo Bill Gates.
Bibliografia:
Gates Foundation Committed Grants Database
Fontes Multimédia:
Melinda French Gates, Bill Gates – World Economic Forum An… | Flickr





